EMBERS
STATUS
COMPLETE
VOLUMES
2
RELEASE
June 23, 2025
CHAPTERS
20
DESCRIPTION
Middle school brawler Noboru Haitani has never lost a fight. But the bitter taste of a soccer defeat gradually warms him up to the sport, until one day Haitani finds himself in a match against a team featuring middle school soccer prodigy Takami. An outlaw fights his way into the world of soccer!
(Source: MANGA Plus)
CAST

Noboru Haitani

Yuuga Takami
CHAPTERS
REVIEWS

Shironasu
15/100The worst kind of bad is the empty bad.Continue on AniListI've read a lot of bad manga, they all have their own characteristics that indicate why they're bad, but there are times when I read a series and I can't figure out why it's bad. No, it's definitely not good if I say so, but it's bad because there's nothing to it.
This manga... is absolute fucking shit, man. That's what I'm saying. shit's goddamn ass and nothing is memorable and worth for.
Where do I even start... because it's so flawed in every way.
Starting with the characters, oh my motherfucker fucking god, this writer has no concept of characterization at all. It's been a long time since I've read a manga where I couldn't feel the characters like this.
The characters in this series seem like mannequins in a clothing store, moving by someone else's whims. They have no emotions, no depth, no development, no character interactions, and nothing that makes readers want to root for them. As if that weren't enough, the author seriously thinks that making these characters look edgy or like arrogant brats who enjoy belittling others just for sake of it will make readers think they're cool. No, it just makes them even less likable.
The story?, haha. Sorry, there's nothing. It's emptier than the characters, to the point where I can't even find anything to criticize because there's literally nothing to think about, whether good or bad.
Art is another thing that has a lot of issues. I don't know if it's the fault of the writer who drafts the storyboard for the artist or the artist themselves, but it's very important that sports manga, which heavily relies on character and stuff movements, must have a good panel layout and choreography so that readers can easily follow it. but in this series, sometimes, you see a character dribbling the ball in X position, and by the next page, they're in Y position without any explanation of how they got there. It's as if they can use warp.
The stability of the artwork is another issue. Sometimes it's good, sometimes it's bad. There's no balance at all, especially in drawing characters. It's really bad. Oh, and let's not forget the terrible character designs. They seem fine at first, but it's very difficult to distinguish who is who.
I can repeat for the millionth time that if you want to read a sports manga, avoid this garbage. Not only is it a waste of time, but it will also make you frustrated reading it.
Don't just fall into the appearance of having an aura or " le cool character moments" Maybe that's all it has, but I don't care. This manga is truly garbage, and I'm genuinely mad that it made it past U19.
I think the rating I gave it is very reasonable, even if it's not the most dog-shittiest thing I've ever read in my life.

Dinizo
37/100É como o gol do Oscar no 1x7Continue on AniListPense em um mangá que não vai fazer a menor falta depois que morreu. Esse mangá é, sem sombra de dúvidas, Embers. Eu tento não ser o mais ranzinza possível com as coisas que leio, até porque às vezes a gente se irrita tanto com coisas ruins acontecendo que acabamos não prestigiando coisas boas que podem ocasionalmente aparecer, até em mangás ruins. E se fosse pra eu odiar tudo que leio, acho que eu não estaria ainda lendo semanalmente a Shonen Jump, porque a chance de eu me irritar é muito maior do que a de eu ficar feliz. Mas a gente vai tentando.
Desde o fim de Haikyuu!!, a Jump está totalmente orfã de um mangá de esporte decente. A gente até tem um Blue Box na revista, mas todos nós sabemos que esse é um mangá de esporte apenas no rótulo. Não é o tipo de mangá que vai abraçar a maior parte da galera que era fã de Eyeshild 21, The Prince of Tennis ou Slam Dunk. Não é como se os editores não tivessem tentado, claro. Com o sucesso estrondoso e quase incontornável de Blue Lock, acho que mais do que nunca a Jump precisava - e ainda precisa - encontrar um pilar estável e seguro pra tentar competir com o mangá de esporte da revista vizinha. E não obstante devem ter dado uma chance ao Niishi Soutarou, o desenhista desse mangá, pensando nisso, já que ele foi assistente diretamente do Nomura em Blue Lock. Mas ainda faltava muita coisa pra um mangá como esse alcançar e realizar o desejo dos engravatados da Shueisha.
Embers utiliza do mais básico recurso de colocar um delinquente para praticar esportes para que ele possa canalizar seu prováveis problemas familiares em uma atividade física e uma competição saudável entre adolescentes, em vez de sair por aí agredindo colegas e roubando dinheiro. O método Slam Dunk. E claro, diferente do clássico mangá de Inoue Takehiko, Embers tenta fazer o que levou uns seis ou sete volumes para ser construído em apenas um. E aí complica muito o batalhão. Na verdade eu acho que o autor tenta um pouco de tudo que fez sucesso no que se trata de mangás de esporte. Colocou um valentão pra praticar, enfiou um rival que humilha o protagonista e depois entra no mesmo time que ele... O amálgama de tudo que foi dando certo em outros mangás, mas sem fazer a transição adequada para um esporte que tem 11 malucos de cada lado jogando. Se não vai se criar um mangá plenamente tático e "móvel", dentro das dinâmicas de movimento imbutidas em um quadrinho, geralmente é adequado que a gente possa ancorar as nossas visões, não na ação, mas nos personagens, em seu âmago. E o mangá tenta fazer meio que tudo isso para quase 15 pessoas ao mesmo tempo. Realmente é impossível. Eu até consigo relevar, porque hoje em dia quase nenhum mangá tem muito tempo para se sedimentar, e eu tenho uma impressão geral de que um bom mangá de esporte precisa de ainda mais tempo pra se estabelecer do que battle-shonens, romcoms ou mangás de gag, por exemplo. Mas esse meio que é o padrão da revista, não tem como usar isso pra aliviar o lado de que o autor não conseguiu colocar nenhuma emoção e nenhum senso de apego ao time de protagonistas antes de simplesmente arremessar eles dentro da primeira partida de futebol séria do mangá. E ainda cometendo a pachorra de pular um dos gols! Futebol é um esporte de pouquíssimos "pontos". E o mangá escolheu, logo de início, pular isso para tentar avançar a partes mais avançadas da história. É uma prova clara de uma trajetória sem nenhuma confiança da dupla de autores.
Eu gosto da arte, sendo honesto. Não sei em quem pesar mais a culpa, se é no roteirista que não dava um detalhamento e um storyboard decente ou se era o desenhista que não sabia coordenar a geografia da cena, mas a movimentação dos personagens era muito confusa. A gente sequer tinha o posicionamento específico deles, eles eram diferenciados apenas em "defensores" e "atacantes", que é uma terminologia de 1910, provavelmente. E bem, querendo ou não, futebol é um jogo em que saber o posicionamento dos atletas faz diferença e dá ritmo ao que está acontecendo. Muitas das vezes os personagens pareciam apenas surgir em lados do campo que sequer faziam sentido, e eu me via apenas forçado a aceitar, porque não é um mangá bom o suficiente para me fazer ficar muitos minutos olhando as páginas. Em contrapartida, a arte tem seu ápice aqui quando faz uso de metáforas visuais sobre as situações dentro de campo. O Haitani como um lobo defendendo seu território, o Takami como uma águia imparável e soberana, e coisas do tipo. A arte do Nishii é carregada de um sombreamento bem contrastante, e dá força a essa cena e consegue, na maioria das vezes, contornar a falta de fluidez da ação, dando intensidade a partir do sentimento e das dificuldades dos personagens retratados. É um recurso que poderia ser muito melhor utilizado, mas acho que ajuda a dar um equilíbrio. É um desenhista novato, então acho que ele tem caminho pra crescer.
Apesar de ter feito esse começo um pouco sofrível, o mangá se recupera um pouco no final. Acho que, já percebendo que já não tinha mais o que fazer, a dupla meio que de dedicou em entregar os melhores capítulos possíveis, porque isso sempre facilita aos editores de serem mais bonzinhos com você em uma próxima chance. E aí subvertendo a dinâmica do jogo final para a perspectiva do "vilão" sendo lentamente superado pelos protagonistas, ajudou a arte a trabalhar em seu melhor, dando intensidade e energia a um personagem que era extremamente desinteressado desde o início, por mais que o jogo em si tenha sido particularmente chato. Mas era sobre aquele cara em específico e os dois autores acertaram em focar num aspecto mais individual do jogo para poder fechar a história. Além do mais, no fim, mesmo não tendo virado um jogador profissional, o Haitani acaba virando um professor e que começa a realizar com outros adolescentes, a mesma coisa que o vovô calvo fazia na época dele. E acho que poder terminar como uma boa iniciativa, enaltecendo o papel transformador e civilizatório do esporte acaba sendo uma das melhores viradas possíveis pra um mangá. Quase como um metatexto sobre a situação do próprio mangá. As coisas podem não ter dado certo, o Haitani não virou o novo Sérgio Ramos, mas ele aproveitou aquela oportunidade para colocar seu aprendizado em prática de uma forma positiva.
Como disse, não é um mangá que fará falta, mas dado o começo bem caótico, ele certamente poderia ter terminado de maneiras piores. Não é de todo um final ruim, e ainda esconde algum potencial a ser explorado nesses autores. Talvez mais no Nishii do que no Kurumazaki, mas existe.
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SCORE
- (2.9/5)
TRAILER
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Ended inJune 23, 2025
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